Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens

On the road in Costa Rica (ou Cavalgada, praia e suco de graviola)

Na ultima semana passei 5 dias viajando pelo país, visitando empresas de crédito e conhecendo comunidades desconhecidas para os costarriquenhos... e é claro que essas viagens se tornam histórias pra contar...

* Onde mora o Chris?
Chegando em Costa de Pajaros, tínhamos que encontrar o Chris, um norte-americano que é voluntário do Corpo de Paz dos EUA aqui, nessa comunidade. E ele está interessado em abrir uma empresa de crédito na comunidade que trabalha. Então nosso objetivo era reunir-nos com ele e explicar o que e como ele deve fazer.
No caminho:
- E onde mora o Chris? - eu
- Não sei, chegando lá a gente pergunta.
- Ah ta... e nós temos o telefone dele?
- Não
- ???
Chegando lá, paramos o carro na beira da estrada, baixamos o vidro e chamamos uma menininha que passava por ali
- Oi, por favor, tu sabe aonde é a casa do Chris, um gringo que mora aqui?
- Ah sim, claro. Segue reto e ali na pedra grande, entra a esquerda. Ele mora lá em cima.
E não é que encontramos? :P

(e algo parecido aconteceu depois também, quando fomos a Bolsón, outra comunidade... e nosso objetivo era visitar os sócios da empresa, pra ver quais deles ainda querem continuar na empresa, já que vários estavam ameaçando dissolve-la... e era a mesma coisa: "onde é a casa da dona Rosita?" e as pessoas nos explicavam...)

 (nosso meio de transporte na Isla Chira... ah, o do meio é o Chris!)

* Horário da lancha
Para cruzar de Costa de Pajaros até a Isla Chira, tínhamos que pegar uma lancha.
- Bom, Chris... e a que hora sai a lancha pra ilha?
- Ah, sai na hora que passa o ônibus de Puntarenas
- Ok, então nos vemos lá na lancha, na hora que passar o ônibus
Incrível, não?

(na lancha)

* Frutas, frutas e mais frutas!
Lá na ilha, na casa onde ficamos, tinha vários pés de manga, com mangas lindas e maduras por todos os lados... era só juntar elas do chão, lavar e comer ali mesmo, com casca e tudo...
Também tinha coco... tomamos água de coco, comemos coco direto da fruta...
Ah, e em vários lugares encontrei suco de graviola com leite!! Adoro! :)

* Bebidas menos convencionais
Nem só de suco de frutas passei esses dias... na casa de uma senhora, ela me ofereceu "horchata" pra tomar... é um suco de arroz, com leite e canela... (sim, adivinhou quem pensou que tem gosto de arroz-de-leite)
E no caminho, no carro, a seca e o sol dos lugares onde passamos dava muita sede... então de tempos em tempos parávamos na beira da estrada pra tomar algo...
Numa dessas, me dão um saco plástico com um canudo enfiado dentro e amarrado pro saco não abrir. Dentro, uma bebida leitosa e doce, de sabor indecifrável... sei lá o que era, mas com a sede... 
Em outra parada, compramos "vino de coyol". Coyol é uma palmeira... e a bebida é um fermentado refrescante que, segundo minhas pesquisas na wikipedia, não embebeda na hora que se toma, mas quando a pessoa se expõe ao sol... (eu não me expus ao sol depois de beber, então a teoria ainda não está comprovada)

(por do sol em algum lugar em Guanacaste, a provincia mais seca da Costa Rica)

* Cavalgada
Uma das empresas que visitamos estava organizando a cavalgada Lunamar, que acontece na lua cheia e vai do povoado deles até uma praia próxima.
Como a minha chefe não foi e a FINCA (minha ONG) tinha um cavalo reservado, eles fizeram questão que fosse eu montada no cavalo!!! Detalhe: eu nunca tinha montado um cavalo na vida!!!
Me deram a égua mais mansinha, me ensinaram um pouquinho antes de sair como fazer pra ela ir pra um lado ou outro e como parar... e depois eu convenci uma das senhoras da empresa a levar a égua amarrada no cavalo dela, assim ela seguia o cavalo e eu só precisava me concentrar em me manter montada sem cair...
Foram 2h30 de cavalgada, com o céu estrelado, a lua cheia, chegada na praia e alguns metros de cavalgada com o som das ondas... apesar do meu nervosismo e da dor na bunda, foi bonito! :)

* Praia
Na Isla Chira, depois de 2 dias de trabalho, convenci o pessoal a me levar pra praia (oras, como é que vou passar 2 dias numa ilha sem ir pra praia!)... fomos lá pelas 21hs, fizemos fogueira, olhamos a lua quase cheia, esperamos a maré subir (porque o terreno lá é puro lodo, então só dá pra nadar com a maré alta, senão a gente afunda no lodo e corta os pés - sim, eu aprendi isso por experiência própria!)... e lá pelas 23h30, entramos no mar! :)
 (maré baixa... e os barquinhos todos no seco...)

No dia da cavalgada, depois da chegada na praia, procuramos um hotelzinho pra dormir ali perto, também na praia... assim, no dia seguinte, antes de começar um dia cheio de reuniões, contabilidade, balanços, ações, etc... tomei um bom banho de mar (sim, as 7h da manhã!)

(banho de mar as 7h da manhã)

To adorando minhas "giras" pelas empresas... aprendo, me divirto, conheço o país e acumulo histórias pra contar! :)

Comentários(8)

Feliz com o meu trabalho!

Aqui na Costa Rica, estou trabalhando numa organização que se chama FINCA. O que eles fazem é ir nas comunidades rurais por todo o país e ajudá-los a criar empresas de crédito. Os próprios membros da comunidade compram as ações da empresa e, com o dinheiro, dão crédito a pessoas da comunidade que tenham projetos interessantes (seja pra comprar uma vaca e vender o leite, seja pra abrir um pequeno negócio...).
Assim, a comunidade ganha 2 vezes: com os empréstimos que eles podem ter, sem a burocracia e a papelada tradicionais dos bancos e com o rendimento das ações, que se reparte entre os sócios (que são eles mesmos). Interessante, né?

E o meu trabalho?

Eu estou trabalhando com a capacitação dos facilitadores, as pessoas que vão até as comunidades pra abrir essas empresas... estou trabalhando com os manuais para esses facilitadores (que são pessoas das comunidades também... gente que já está em uma empresa e ajuda a abrir mais) e materiais educativos para as pessoas da comunidade.

Além disso, como já existem mais de 200 empresas em todo o país (e a meta é abrir mais 60 em 2010), minha outra tarefa será criar um sistema pra coletar dados das empresas e calcular indicadores de desempenho (pra sabermos como cada uma das empresas está trabalhando e saber que tipo de apoio e acompanhamento eles precisam).

Então estou bem feliz com o meu trabalho, já que é bem interessante!

E além disso, nesse fim de semana fui com um consultor daqui visitar uma das empresas, pra fazer o acompanhamento, trabalhar com eles, criar um plano de trabalho, etc. (parecido com o que eu fazia na AIESEC, nas visitas de coach)
Assim, conheci uma das empresas, passei 2 dias lá com eles, aprendi bastante! :)

(trabalhando com o pessoal da empresa)

(assembleia geral da empresa)

E, como essa empresa que visitei fica numa ilha no pacífico, já aproveitei e conheci a ilha (Isla Chira)!! :)

(Isla Chira - a paisagem parece o nordeste do Brasil... tem até mangue lá)

E como o trabalho com as empresas é parecido com as minhas visitas de coach, me senti bem a vontade e, segundo o consultor, me saí muito bem! Por isso, minha chefe me mandou pra mais visitas! Hoje vou com ela e com o consultor passar 2 dias visitando mais empresas... to adorando!

(casa onde nos hospedaram na ilha)

E outra coisa que gosto daqui é o ambiente de trabalho. O pessoal é muito legal! Me fizeram até uma festinha de boas vindas (minha chefe fez pizzas e almoçamos todos juntos na sexta-feira).
E o mais legal: preparei chimarrão pra mostrar pra eles... e agora todos os dias eles me pedem pra tomar chimarrão!! E tem até briga pra ver quem toma primeiro!! ;)

(pizza com o pessoal daqui - minha festinha de boas vindas!)

(vou precisar de mais erva mate...)

Comentários(2)

O que eu to fazendo aqui...

Já falei que tô em Montevideu, já contei coisas da vida por aqui, mas ainda nao disse o que eu vim fazer aqui... a explicação merece um post ;)

Vim através da AIESEC (www.aiesec.org) fazer um intercambio de desenvolvimento (que é o tipo de intercambio que os trainees trabalham em algo que tenha impacto social) em uma ONG.

A ONG que eu trabalho se chama Programa Cardijn (www.programacardijn.org) e é uma ONG que trabalha com o tema "desemprego", combatendo suas causas e consequencias.
A coisa mais legal que a ONG faz (e a que eu mais participo) são cursos de capacitação para pessoas de baixa renda (em geral gente que não tem o 2o grau completo, que tem filhos ou que sao chefes de familia e que nunca trabalhou ou que só trabalhou informalmente), pra ajuda-los a encontrar trabalho.

São cursos de coisas como hotelaria, gastronomia, atenção telefonica, etc. que permitem que os alunos consigam emprego em hoteis, restaurantes, empresas, etc. trabalhando como mucama, garçom, ajudante de cozinha, operador de call center...
O legal é que a formação que se dá aos alunos nao é só na parte profissional, de tarefas... também tem o lado humano, pessoal... tem muito apoio das psicólogas... e trabalham as chamadas "competencias transversais", como trabalho em equipe, pro-atividade, iniciativa...
Além disso, todo os alunos tem acompanhamento em sua busca por trabalho... aprendem a fazer um CV, como e onde procurar trabalho, como é uma entrevista de emprego... e participam de reuniões semanais de acompanhamento na sua busca por trabalho.

E o que eu faço aqui?
De tudo um pouco! :)

Eu vim com a proposta de trabalhar na parte de comunicação/marketing e relacionamento com empresas (pra conseguir mais empresas que contratem nossos alunos depois que terminam os cursos).

Só que de me meter em coisas diferentes e buscar oportunidades novas pra ONG, acabou que agora me denomino "Relaçoes Externas e Novos Projetos", já que ja fiz orçamento para proposta de cursos novos, escrevi licitações, escrevi proposta de cursos, negociei com professores possiblidades de cursos novos, represento a ONG em 2 redes de organizações diferentes e nos mais diversos eventos (governamentais, de empresas, de organizações da sociedade civil)... tambem tenho trainees sob minha responsabilidade (e fui eu que consegui a parceria com a universidade de onde são os alunos que vêm aqui ser voluntarios), estou organizando o evento de graduação dos alunos dos 2 cursos que temos em andamento, organizei aulas de apoio para os jovens que nao terminaram o 2° grau poderem fazer os exames que faltam pra terminar seus estudos, cuido do conteúdo da página web e do blog (e inclusive aprendi a mexer em códigos html e a publicar com ftp pra colocar as informações da página online)... e volta e meia faço outras tarefas variadas de acordo com as necessidades daqui...

Eu que nao gosto de rotina e gosto de ter um trabalho variado, to achando ótimo! :)
Tenho aprendido muito, me frustrado com algumas coisas, comemorado outras, me surpreendido com outras... o saldo com certeza é positivo!

E o Uruguay é com certeza um lugar legal pra se trabalhar!

Comentários (1)comentários

Rotterdam


Como parte da minha transição para meu novo cargo, passei um mês em Rotterdam, na Holanda... lá fica o escritório da AIESEC Internacional e nós – os responsáveis pelas diferentes regiões – participamos de uma semana de transição, uma de treinamento e uma de planejamento com eles...
Na AIESEC Internacional normalmente trabalham em torno de 22 pessoas... como eles também estão em transição, eram 44... e nós... um grupo de 12 pessoas que trabalham com as regiões da Asia-Pacífico, Africa, Oriente Médio e Norte da África, Europa Ocidental e América do Norte, Iberoamerica (America Latina + EUA + Espanha) e Europa Centro-Oriental (que é a região que eu trabalho) – grupo esse que se chama “GN Boards”
Obviamente, o time da AIESEC Internacional somado aos responsáveis por diferentes regiões do mundo... só poderia ser um grupo altamente variado de diversas nacionalidades... o nosso grupo de 12 pessoas representava 10 nacionalidades (Tunisia, China, Uganda, Polônia, Islândia, Bélgica, Brasil, México, Colômbia e EUA)


Isso significa que um típico sábado podia ser tão variado como... acordar e tomar café da manhã colombiano comendo arepas com 4 colombianos... tomar um chimas e almoçar com brasileiros, passear pela cidade com uma polonesa e terminar o dia em uma janta chinesa, assistindo um filme de Hong Kong!
Claro que o nosso grupo é algo especial... mas a população de Rotterdam é famosa pelo fato de ser formada por 55% de estrangeiros (sim! Há mais estrangeiros do que holandeses morando lá!)... e isso facilita muito as coisas, já que todo mundo que tu cruza na rua fala inglês
Não só nas pessoas está a variedade de Rotterdam, mas também na arquitetura da cidade... A minha teoria é de que, depois da segunda guerra, como a cidade foi bastante destruida, um grupo de arquitetos malucos resolveu se juntar e, cada um a seu estilo, reconstruir a cidade... e isso resultou nas famosas “casas cúbicas” – que são umas casinhas que parecem um dado colocado inclinado sobre uma base de metal... tendo na sua parte inferior uma das pontas do dado... e tendo as paredes inclinadas e as janelas apontando ou para o chão ou para o céu... (só imagino como as pessoas fazem pra mobiliar a casa e morar lá!)

Além delas, há diversas outras bizarrices arquitetônicas, como um prédio que parece um lápis gigante, um que é um quadrado com um tubo vermelho no meio, uma estação de trem que é um anel pendurado em uns fios de ferro... e, claro, diversos prédios ultra-modernos que convivem lado a lado com as casinhas de boneca de telhadinhos triangulares...


A maior parte do tempo em Rotterdam, passávamos dentro do escritório recebendo treinamentos, planejando as atividades do ano e tendo reuniões sobre como estabelecer cooperações entre o leste europeu e a China ou a América Central... mas também nos divertimos muito por lá!
O grupo dos GN Boards era muito legal e fizemos muitas coisas juntos... de caminhar e se perder pelas ruas da cidade até pular de bungie jump... passando por uma cervejinha no terraço do prédio, um fim de tarde na beira do lago e sair pra dançar no sábado a noite... nos divertimos muito!




Como em época de transição tem muita gente morando lá em Rotterdam, alojar todo mundo era um problema... eu e a Juli (que é dos EUA, passou a infância no Irã e agora é a coordenadora da Ásia Central e da região dos Caucasus) dividíamos um sofa... mas na verdade nem dormimos muitas noites lá, já que a casa era longe do centro e muitas vezes acabávamos ficando em qualquer canto, em casas de gente que mora mais perto... com isso dormi em sofás, sacos de dormir, cobertores esticados no chão... e até no corredor na frente do quarto do dormitório de um dos guris (porque chegamos antes dele da festa e tinhamos que esperar do lado de fora... acabamos pegando no sono e dormindo ali por pelo menos meia hora...). Depois de um mês nessa vida de nômade, eu não via a hora de ter um colchão só pra mim!
Um dos dias mais legais lá foi quando fomos a Den Haag (ou The Hague, ou La Haya... não tenho ideia de como se chama em portugues). Isso é uma “praia” no “litoral” da Holanda... [entre aspas porque para os latinos que estávamos lá ir pra uma praia onde a água é gelada (no Mar do Norte), é preciso andar de roupa na beira da praia e colocar os pés na água é congelante... isso não é exatamente o que a gente esperava de uma praia...]
De qualquer forma, foi muito legal ver areia e ondas, por os pés na água salgada, catar conchinhas e escutar o barulho do mar... Além disso, 2 dos nossos amigos – a guria dos EUA e o belga – pularam de bungie jump sobre o mar... a paisagem para o salto era linda: fim de tarde, o mar lá embaixo com as ondas se agitando, o vento com cheiro de sal... e a gente era o “time de suporte”... tiramos fotos, fizemos videos dos saltos, demos apoio moral... hehe


E depois, fomos pra beira da praia sentar na areia, conversar, tomar cerveja, tirar fotos e olhar o sol se por no mar...


E no último final de semana que estávamos lá foi a festa de transição da AIESEC Internacional, que é bem famosa entre o pessoal da AIESEC aqui na Europa... então veio gente de diversos países, teve festa no terraço do prédio, churrasco no escritório (era pra ser no parque, mas choveu ), campeonato de futebol e uma noite que, depois da festa oficial, em um bar chique, fomos pra um lugar de musica latina e dançamos salsa, merengue e reaggeton até suar e as pernas ficarem doendo de tanto dançar!
Agora, depois desse mês na terra das tulipas, dos coffeeshops, dos moinhos e onde chove todos os dias (acho que nesse mês todo, teve 2 dias que fez sol o dia todo... nos outros dias sempre chovia pelo menos um pouquinho)... to de volta a Budapeste e me mudei pro meu novo apartamento! Amigos que queiram visitar, são bem-vindos!

Comentários (1)comentários

Next destination: CEE - Central and Eastern Europe

Meu proximo destino: CEE - Central and Eastern Europe (Europa Centro-Oriental)

Vou morar em Budapeste (Hungria)

Vou ser Regional Cooperation Manager da AIESEC na CEE

Isso significa que:

Vou trabalhar com 25 paises da Europa centro-oriental e da Asia Central
(Estonia, Letonia, Lituania, Polonia, Republica Tcheca, Eslovaquia, Hungria, Bulgaria, Romenia, Moldova, Servia, Turquia, Eslovenia, Croacia, Bosnia, Macedonia, Georgia, Azerbaijao, Armenia, Cazaquistao, Quirguistao, Uzbequistao, Tajiquistao, Ucrania e Russia)


Vou coordenar os projetos que acontecem nas sub-regioes da CEE, as parcerias entre os paises (e com paises de outras regioes do mundo) e vou ajudar os paises a melhorar seus processos pra atingir seus planos :)

Vou viajar por varios desses paises citados ai em cima

E vou pra conferencia internacional da AIESEC que acontece em agosto... em Sao Paulo! :)

Legal, nao?

Pra saber mais, acompanhem minhas aventuras por aqui...

Comentários(3)

Aldeia Global

Quando fui pro IC (Conferencia Internacional da AIESEC) em Istambul ano passado, descrevi a conferencia como "um Global Village de 2 semanas"...

Isso porque la estavam mais de 600 pessoas de mais de 100 paises...

e se o IC é um "Global Village" de 2 semanas, o IPM (encontro internacional de presidentes da AIESEC... esse que eu fui na Macedonia) é uma reuniao de amigos de mais de 100 paises... :)

Porque no IPM tem em media 2 pessoas de cada pais só... presidente atual e eleito... entao as pessoas ficam muito mais proximas, é possivel conhecer gente de muito mais paises... e tu sai de lá com a sensacao de que tu conhece o mundo!

Só pra compartilhar alguns momentos que fazem a AIESEC tao especial por seu internacionalismo...

* Discutir sobre a influencia historica, cultural e socio-economica sobre a nossa geracao... com uma romena, um canadense, um japones, um alemao, uma iraniana e um nigeriano... e ouvir cada um deles contando sobre as coisas que influenciaram sua juventude...
(durante uma sessao do IC)


* Fazer discurso na frente de 200 pessoas vindas de 100 paises, pensar em como passar a mensagem pra fazer todos entenderem o que eu queria dizer... dadas as diferencas culturais e as preferencias em forma de comunicacao e no jeito de se expressar...
(na minha candidatura pra diretora da AIESEC Internacional)


* Responder perguntas sobre topicos tao variados como: o mercado externo do Oriente Medio, os passos para implementar projetos na Europa Oriental, a localizacao estrategica do corpo executivo da regiao da Africa, o papel da America do Norte na relacao com a Europa Ocidental, os fatos socio-politico-economicos da America Latina que me impressionaram no ultimo ano, a minha opiniao sobre abrir comite da AIESEC em Israel e na Palestina, como incorporar a cultura oriental nas decisoes da AIESEC, etc, etc...
(no meu processo de selecao pra diretora da AIESEC Internacional)

* Receber voto de confianca de pelo menos 50% dos paises... ouvir palavras de suporte dos presidentes de diversos paises... receber abracos de gente de todos os continentes te dizendo: "gostei do teu discurso, boa sorte na selecao!"... e ter a sensacao de que "o mundo confia em mim"
(tambem no processo de selecao pra AIESEC Internacional)

* Ser entrevistada por uma romena, um costa-riquenho, um hungaro, uma mexicana, um marroquino, um canadense, uma guria da indonesia e um africano (nao lembro o pais) pra que eles decidissem se eu seria selecionada ou nao pra AIESEC Internacional


...e, claro, aprender a dancar com os africanos, fumar shisha com o pessoal do oriente medio, fazer festa com os latino-americanos, tomar muita vodka com o pessoal da europa oriental...

...e tambem: discutir com um boliviano como ele pode implementar la na Bolivia uma estrategia que eu criei no Brasil, ouvir a presidente da AIESEC nos EUA me dizer que adorou meu discurso, combinar com um ingles que vamos ter um negocio juntos, compartilhar com um eslovaco que mora na Suica sobre meu sentimento de derrota depois de nao ser selecionada, conversar com uma guria da Armenia sobre meus proximos passos na AIESEC, compartilhar com uma ucraniana que mora no Brasil como é a nossa experiencia de morar fora do pais...

...e fazer amizade com gente de todos os cantos do mundo... gente com quem é muito legal conversar sobre os mais variados assuntos, discutir ideias... pessoas que me apoiaram, me inspiraram, me ajudaram... gente que vou manter contato e com quem eu adoraria trabalhar no futuro!

é por isso e por muitas outras coisas que eu acredito muito na AIESEC e adoro essa organizacao! :)

Comentários(3)

FallCo

Semana passada tivemos a maior conferencia da Republica Tcheca: FallCo 2007

300 pessoas...
... 8 CLs e 1 extensao...
... chair de Camaroes (Habib - AI Director 06/07)...
... 3 tracks: newies, trainees e experienced members...
... mais de 30 trainees...

E eu era responsavel pela track de membros novos...

quase 100 membros novos...
... simulacao-competicao com 8 grupos...
... muitas tarefas, pontuacao, premio para o melhor grupo...

e no meu time, 9 facilitadores...
... de 6 paises (Rep Tcheca, Eslovaquia, Polonia, Canada, Serbia, Romenia)...

A conferencia foi intensa, cansativa... mas atingimos nossos objetivos e nos divertimos muito!

As fotos falam mais que o post:


(Conference Managers & OC - Newies Track) (O site... um lugar no meio do outono)


(Almoco dos facis) (MC Dance)


(Simulacao de eleicao de LCP - escolhendo o lider) (muito trabalho)


(reunioes de venda) (treinamentos)


(o resultado - scoreboard) (Faci Team!)

(You can't stop the faci team, no, you can't stop the faci team!)

Comentários(0)