Nunca sei o que se passa com as manias do lugar...
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Salar de Uyuni
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De lá se extrai sal para consumo doméstico, são feitos tijolos de sal e, claro, leva-se turistas para conhecer e tirar fotos!
Homem do Lago
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Curitiba
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Invasão em Itapoá
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Tivemos hosts maravilhosos, dois super músicos que tocavam o que o pessoal queria ouvir (aprenderam até "Aquarela" pra agradar a uma menina de 8 anos!!), muita comilança (nosso "chef" preparou camarão na moranga)...
Yo estoy aqui de paso
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Frase do dia
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Litoral do Paraná
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Oktoberfest
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- Quais são os planos para o feriadão?
E todos:
- Oktober!! Blumenau!!
- Hmmm... e será que ainda tem lugar pra mais um?
Me disseram para perguntar para um dos guris, que é de lá e ia hospedar uma galera na casa dos pais dele... e não é que eu dei sorte e, como uma guria tinha desistido naquela manhã, eu teria um lugar pra dormir!
Ainda dei mais sorte e consegui uma carona com um pessoal que tava vindo de São Paulo, passou por aqui e me levou até Blumenau...
...e foi assim que conheci a Oktoberfest mais famosa do Brasil (e segunda maior do mundo - só perde para a original, de Munique)!
Chegando lá, conheci Blumenau, seu centrinho, suas casinhas em enxaimel e toda a influência alemã...
Vimos o desfile, todos os Fritz e as Fridas... as rainhas da Oktober, os grupos de dança alemã... a rua central da cidade estava lotada!
E depois conheci o local da festa... a Vila Germânica é um espaço onde acontecem vários eventos durante o ano todo. O maior deles (e que traz mais lucro para a cidade) é a Oktoberfest, mas em qualquer época do ano dá pra passear pela vila de casinhas típicas, as lojinhas de souvenir, os restaurantes... o lugar é muito bonitinho... e as casinhas iluminadas à noite, dão um ar todo especial à festa!
E a festança acontece dentro de 3 pavilhões e no "biergarten" (o "jardim da cerveja"). Em cada um desses espaços, tem um palco, com várias bandinhas tocando músicas alemãs e as músicas típicas da Oktober ("Alô Blumenau, bom dia Brasil!", "Um barril de chope é muito pouco pra nós...", etc.) e várias mesas, onde a galera se reúne, senta, sobe na mesa e dança...


Ah, é claro! E também estão todas as banquinhas de cerveja... o chopp oficial da festa (que nos últimos anos tem sido da Brahma) e todas as cervejarias artesanais... E o legal é que se compra as fichas de chopp e pode pegar qualquer um deles (seja pilsen, pale ale, dunkel, porter, bock, etc.) de qualquer cervejaria. Adorei provar os tipos diferentes de chopp artesanal... muitos deles são muito bons!

Mas para aqueles que pensam que a Oktober é uma muvuca, que é só bêbados caindo por todos os lados... fiquem sabendo que a Oktober é uma festa familiar! Vi muitas famílias inteiras, com as vovózinhas faceiras vestidas de Frida, os bebezinhos loiros de cabelinhos de anjinho vestidos de Fritz, as crianças dormindo nos bancos depois da meia-noite... todos se divertindo muito! (Ah, achei muito legal que quem vai com roupa típica alemã não paga entrada... então vai muita gente com roupas típicas, o que dá um ar muito legal pra festa).
Foi um feriadão muito divertido! Adorei conhecer a Oktober e Blumenau! :) Obrigada ao meu host e à galera que fez a festa por lá!

Eu me sinto um estrangeiro...
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que não passa por aqui
que não passa de ilusão...
Voltei ao Brasil! :)
Estou morando em Curitiba e trabalhando na Aliança Empreendedora (conto mais em breve), mas continuo me sentindo uma estrangeira...
...no meio de um monte de gente que eu não conhecia (e fazendo novas amizades)
...aprendendo a pegar ônibus pra chegar no trabalho / em casa
...conhecendo a cidade aos pouquinhos
...me perdendo, me achando, me adaptando...
e ouvindo diversas vezes que "o meu Brasil" é diferente do deles...
...seja quando eu faço "torrada" e o pessoal chama de "misto-quente"
...ou quando eu digo que tomei "batida" no café da manhã e o pessoal acha que eu sou uma bêbada (para os não-gaúchos: batida pra mim é leite batido com frutas no liquidificador)
...ou quando ando por aí tomando chimarrão, querendo comemorar o 20 de setembro...
Mais uma vez, encontro-me em fase de adaptação...
Rafting
| Posted by Bárbara
Foi assim que decidimos fazer um passeio de aventura e descer as corredeiras do Pacuare... sim, rafting! :)
Pra quem não entende muito dos níveis de dificuldade do rafting, a explicação da wikipedia:
Nível III: Ondas pequenas, talvez uma pequena queda, mas sem perigo. Pode requerer habilidade de manobra significativa.
Nível IV: Ondas médias, presença de poucas pedras, com quedas consideráveis, manobras mais difíceis podem ser necessárias.
Fomos em um grupo de 25 pessoas, muitos trainees... garantia de muita diversão!
O nosso bote (vão 6 pessoas por bote) - os "vikingos" - não caiu nenhuma vez, sobreviveu ileso a todas as ondas, quedas, pedras, e outros obstáculos do caminho, passou por algumas corredeiras de costas, nadou nas partes mais tranquilas do rio e ainda salvou gente de outros botes que caíram na água! Muy bien, vikingos!! :)
Divirtam-se com as fotos...

















































